Se aquele buraco fosse uns quatro metros mais fundo, ela certamente teria “encontrado o Senhor“…
“Tô aqui, mãe, tô aqui!”
Se aquele buraco fosse uns quatro metros mais fundo, ela certamente teria “encontrado o Senhor“…
“Tô aqui, mãe, tô aqui!”
Sem comentários, a imagem diz tudo…

A propaganda aumenta a fé!
Hoje, novamente se celebra a crucificação de Jesus Cristo. Dia de oração, de missa, de procissão, e principalmente de comer até enjoar a bacalhoada que só a mãe sabe fazer. Mas enquanto isso, vamos rever um dos momentos marcantes dessa magnífica história.
É assim que começa. Que os otários das gerações futuras preparem os bolsos, porque a pegada vai ser violenta.

A essa hora o pastor da igreja deve estar às lágrimas, se descabelando de desespero. Três fiéis a menos pra tomar dinheiro. Porra, nenhum obreiro teve a imaginação de olhar a estrutura do barraco antes de pintar o salmo na parede?

É interessante a polêmica criada em torno desse incidente envolvendo Israel e o comboio de suposta ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Apesar de todo o “bafafá” que está sendo criado, das críticas que surgem de todo lado, essa história tem um lado simples que, se olhado de maneira racional, tem lógica. Vejamos:
1 – Israel é um estado soberano. A faixa de Gaza é território de Israel, portanto, não é um estado soberano.
2 – O comboio não pediu autorização a Israel para levar a suposta ajuda humanitária. Não informou quem estava a bordo, nem a relação dos recursos a serem distribuídos. Agiu como os sem-terra do Brasil, ou seja, “vamu lá, dá nada, não”.
3 – Acusam o exército de Israel de atacar o comboio em águas internacionais. Ora, qualquer radar detecta se um navio, ou vários navios, estão tangenciando a costa ou estão embicando em sua direção. Quanto mais longe da costa se fizer a abordagem, melhor, prá todo mundo.
4 – Quando da abordagem dos navios, alguma coisa aconteceu. É certeza que houve reação. Os soldados israelenses não iriam matar nove pessoas sem motivo. Se alguém morreu, é porque havia algo duvidoso no negócio. Talvez, algum ativista tenha soltado uma bombinha no pé de um soldado, só para insultar, e aí a coisa pegou. Soldado não é treinado para matar sem motivo.
Não sou a favor de israelenses, nem de palestinos. Se esse povo tivesse vergonha na cara, estariam vivendo tranquilamente em paz, como é no Brasil. Infelizmente sustentam essa briga sem nenhum motivo justificável, a meu ver. Mas uma ONG inventar de invadir o quintal dos outros, sem pedir licença, e achar que não vai tomar porrada? Isso só acontece no Brasil do Movimento dos Sem Terra.
Um padre, um pastor evangélico e um rabino estão conversando amenidades, quando surge o assunto da contribuição para Deus.
O pastor declara:
- O meu método é simples. Faço um círculo no chão, fico no centro e jogo todo o dinheiro para o alto. O que cair dentro do círculo é meu. O que cair fora é de Deus.
E o padre:
- Mas que coincidência! O meu método é o mesmo, a única diferença é que o que cair dentro do círculo é de Deus, e o que cair fora é meu.
O rabino então completa:
- Maz é coinzidênzia demais. Eu também faz mesma coisa que vozês. Faz zírculo na chón, fica na zentro e joga dinheiro prá alto. O que Deus consegue pega é dele.