Casamentos e a Dança do Galo Doido

outubro 16, 2012 em Vídeos Youtúbicos

Casamento! Sim, uma palavra tão assustadora mas ao mesmo tempo tão… é, bem… assustadora mesmo. Mas quando é o casamento dos outros não tem problema. Casamento é que nem pimenta então, né?

Uma das coisas mais bacanas de um casamento (quando não é o seu, claro) é beber até virar do avesso. Mas há algo ainda mais legal: a dança. Existe dança solo, dança em dupla, dança em grupo, dança erótica, dança cerimonial e muitas outras, mas a dança mais maneira da humanidade é essa que você verá abaixo!


Em tempo: o vídeo da dança do galináceo maluco está disponível em HD, notou?

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Segunda-feiraaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!

setembro 18, 2011 em Na Geral

E chega ela novamente. Ô dia miserável. O expediente deveria começar após as 13:00 horas, prá dar tempo de encher a cara de soro caseiro (açúcar, sal e água gelada, bem gelada), prá curar a ressaca, tanto de cachaça quanto de gordura de carne assada (eca! Tô enjoado até agora). Da mesma maneira que o expediente na sexta-feira deveria terminar às 12:00 horas, prá sobrar mais tempo prá encher a cara de cachaça e de gordura de carne assada (eba!).

Água, água, muita água!

 Só um detalhe: Não sei quem foi o imbecil que desenhou o cartum, mas “disfarsar” é com “Ç“. É “disfarçar“, seu analfabeto lazarento!

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É hoje que muito neguinho entorta o caneco

setembro 13, 2011 em Notícias Comentadas

13 de Setembro: Dia Nacional da Cachaça

Já nos tempos coloniais, a cachaça representava uma importante atividade econômica no Brasil, levando a redução do consumo da bagaceira importada de Portugal. Preocupados com o sucesso da aguardente, os portugueses, através de uma Carta Real de 13 de setembro de 1649, proibiram a fabricação e a venda da cachaça em todo o território brasileiro. Os proprietários de cana-de-açúcar e alambiques, indignados com as constantes cobranças de impostos aos longo dos anos e perseguidos por vender a bebida, se revoltam no dia 13 de setembro de 1661 e tomam o poder no Rio de Janeiro por cinco meses resultando em um dos primeiros movimentos de insurreição nacional, a Revolta da Cachaça.

Vai liberá a marvada ou qué apanhá mais?

Com o poder restituído, o movimento é repreendido com violência e o seu líder, Jerônimo Barbalho Bezerra, é enforcado e decapitado, tendo sua cabeça pendurada no pelourinho da cidade, como exemplo à população fluminense. Hoje, todo o dia 13 de setembro se comemora o “Dia Nacional da Cachaça” como uma forma de relembrarmos os tempos de um Brasil colonial, quando a cachaça era símbolo de resistência contra a dominação portuguesa.

Os americanos fizeram a Revolta do Chá! Nesse ponto somos mais machos que eles

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Dica da Andrezza Macena, dos milongueiros natos, e pesquisa no mapadacachaca

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Vale a pena ver (de novo?)

julho 24, 2011 em Diário do Pereba

Quem sabe, no futuro pode até virar uma categoria no blog. Vai depender de eu ter ou não saco prá ficar procurando essas coisas. Por enquanto, vai o primeiro. É antigo, mas continua atual e é de rolar de rir. Sem contar que eu, pessoalmente, fiz a cagada de casar duas vezes na vida. Credo em Cruz! Se arrependimento matasse (ou desse dinheiro, nunca se pensou nessa hipótese)…


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Presta bastante atenção no vídeo Patty.

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Dia dos Namorados

junho 11, 2011 em Vídeos Youtúbicos

Que dia bonito, que dia tão feliz! Ah, como o amor é lindo, belo, maravilhoso. O coitado vai se estrepar até o fim do ano que vem no cartão de crédito só pra comprar o presente para sua amada, que finge gostar da bagaça, depois soca ele no fundo de uma gaveta e esquece aquela coisa brega, sem noção, que o futuro corno inventou de comprar. E ele vai se afundar mais ainda pagando o jantar, o passeio, essas coisas todas que a mulherada finge que gosta, só pra sorrir e se deliciar vendo o otário – que ela chama de “mô” (ai, mô, não precisa, ai mô, ce tá gastando demais, ai mô, pra que tudo isso?) – torrar o dinheiro que ganhou com tanto esforço.

Pensando nisso, a Banda Balaio de Gato resolveu fazer uma homenagem a este dia tão significativo na vida de muitos casais. Neste dia em que se decidem noivados, casamentos, amigações, e por aí vai. Nada melhor que essa visão romântica do namoro, que é como um poço sem fundo. O cara sabe que vai se arrebentar, mas pula do mesmo jeito.

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Mas tudo tem solução. Se o namoro não der certo e você tomar um pé na bunda, se junte com outro na mesma situação e monte uma dupla sertaneja. Pelo menos você tem a chance de recuperar o dinheiro gasto com aquela vadia.

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Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel #final

dezembro 24, 2010 em Na Geral

Pra toda a cambada, ops, caquizada, que acompanhou nosso blog nesse maravilhoso ano de 2010, Pereba Lião, juntamente com seu colaborador informal Gabriel Lião, deseja a todos um Ótimo e Feliz Natal. Que a cerveja seja doce, que o peru (no bom sentido) seja saboroso, que o vinho não dê ressaca, que o champanhe e a vodka sejam de marca. E que a mulherada, principalmente a mulherada, dê mole pra tudo quando é lado. E no Ano Novo tem mais!

Quem será que é o viado?
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Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel

dezembro 6, 2010 em Vídeos Youtúbicos

É Natal! Natal! O nascimento de Jesus Cristo (depois do Carnaval, na Semana Santa “nóis” mata ele, aguardem, é questão de meses). Época de festas, comilança – no bom e no mau sentido (aquela secretária tá dando mole) – festa na firma, amigo secreto (argh!), churrasco pra tudo quanto é lado, bebedeira correndo solta, o fígado, aquele ingrato, reclamando o tempo todo, o consumo de boldo amassado na água gelada chegando às alturas. Pensando nisso, me vieram lembranças do tempo que era criança, lembranças que só quem nasceu antes de 1.200 a.C. tem ideia. Vejam esse comercial de Natal da Varig, quando ela era a maior empresa de aviação do país.

Com a grande ajuda da Patty e do Roger.

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Passear é bom

outubro 12, 2010 em Imagem do Dia

Enquanto isso, voltando prá São Paulo depois do feriadão…

Empurra que tá perto, gente! Falta só uns 35 quilômetros!

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Guia prático do iniciante na suruba

setembro 27, 2010 em Caqui Utilidade

Eis aqui um guia prático de como se comportar na sua primeira orgia.

Imagem surúbicamente ilustrativa

Que comida levar?

Quando se encontra um convite para uma orgia colado no pára-brisas,  a primeira pergunta é: “Vai ter Doritos ou o que?”. É uma pergunta importante. Com todo o suor e os outros fluidos que são expelidos, a gente perde muitos líquidos importantes ao longo de uma orgia, e Doritos são ricos no tão necessário sal – além de serem deliciosos. Você não precisa se preocupar muito. O entusiasta de orgia inexperiente nunca resolve ser o anfitrião de uma hora pra outra, então se alguém for ousado o bastante para hospedar uma suruba, dá pra supor que a pessoa já conhece o esquema há um tempo.

Qualquer surubeiro de respeito provavelmente vai ter à mão tudo que é essencial a uma orgia. Agora que você sabe que todos os itens importantes são levados em conta, vem a questão: “o que devo levar?”. Orgias não são como casamentos ou execuções: é muito simples cozinhar. Na maioria dos eventos, você tem que levar em conta as necessidades nutricionais de todo mundo: quem não come carne, quem só come alimentos orgânicos, quem é alérgico a peixe. Mas, em uma orgia, enfiar qualquer coisa que você pode encontrar no corpo de outra pessoa é meio que o grande tema. Afinal, quem mais teria chance de reclamar seriam as mulheres, e para elas uma orgia se trata basicamente disso: engolir cegamente e alegremente o que vier. Você não tem como errar, então divirta-se!

Como se vestir?

Na maior parte do tempo, sim, você estará pelado. Nudez é ao mesmo tempo a melhor e a pior coisa em uma orgia. É ótimo porque, “ei, vejam todos, são as minhas bolas”. Mas é ruim porque a tendência é levar a muita confusão. Quando você vai a uma festa tradicional, você conhece uma porrada de pessoas que pode distinguir pela forma como elas se vestem (“João é o cara com a camiseta vermelha, Rodrigo é o com chapéu, Vanessa é a do tapa-olho”, etc).

Agora, se você bota essas mesmas pessoas nuas, juntas em um quarto, não é tão fácil de diferenciar um do outro. Afinal, vamos encarar, aos 20 e tantos anos, todos nós parecemos meio parecidos nus. O grande problema é que, uma vez que é difícil diferenciar até mesmo sua própria genitália com a de outro cara, as mulheres participantes da orgia podem perder a noção de pra quem elas deram. Uma mulher pode olhar pro seu saco e concluir que ela já transou com você, sendo que na verdade ela tinha estado com o Jeremias. E assim você nunca vai ter uma chance com ela. Por isso, se você quer ter certeza de que você vai poder interagir com todas elas na suruba, você vai precisar usar algo que te separe dos outros homens da festinha. Não precisa ser nada muito elaborado, nem nada que possa atrapalhar sua performance, mas precisa ser invasivo o bastante para que as pessoas logo de cara não consigam ignorar. Uma cartola, um elmo viking. Algumas coisa que diferencie você dos outros cavalheiros e que deixe você marcado no checklist mental de todas as mulheres.

Posições Preliminares

Se quando você chegar a suruba já tiver começado, não saia entrando logo de cara no primeiro buraco que encontrar. Isso é como entrar no gramado no meio de um jogo de futebol quando os times já estão escolhidos. As pessoas odeiam isso, então tenha calma na sua entrada na orgia. Comece aos poucos, como se estivesse molhando os pés na água, com algumas dessas Posições Preliminares. Elas não te jogam imediatamente na ação, mas te deixam próximo dela e anunciam sua presença de um jeito que deixa os outros participantes cientes de que você está lá pronto para quando precisarem de você.

“Garçom, tem um bilau no meu bilau!”

Está fadado a acontecer em algum momento, então é melhor você começar a aceitar desde já. Toda orgia acaba tendo alguns faltantes e, estatisticamente falando, sempre haverá mais homens do que mulheres numa suruba. Portanto, goste ou não, isso vai acontecer com você. Isso mesmo. Você vai estar lá, curtindo o melhor momento da sua vida, surubando como se não houvesse amanhã e quando vai mudar de parceria… BUM! Só sobrou um bengaludo livre. É, esse é um problema inerente às orgias, e todo surubeiro responsável sabe disso, então você e o outro cara vão ter que simplesmente esperar até a próxima troca para conseguir alguma mulher disponível. E vocês podem aproveitar essa oportunidade para descansar um pouco ou fazerem alguma atividade não-sexual como novos amigos: falar do tempo, de futebol, trocar informações sobre alguma outra suruba legal que esteja sendo marcada, e coisas assim.

Se apaixonando na sua suruba

41% dos casamentos terminam em divórcio. E dos 59% de casamentos que duram a vida inteira, 98% são compostos por pessoas que se conheceram numa suruba. Os números não mentem: orgias são simplesmente o ambiente perfeito para encontrar o amor verdadeiro. E adivinha só? Aconteceu com você. Você a vê do outro lado do quarto. Alguém esbarrou no interruptor e a luz que estava baixa se acende completamente. Não é algo que você possa controlar ou até mesmo articular apropriadamente. É como se sua alma encontrasse uma parceria em outra alma, e de certa forma você sabe que essa união está destinada a acontecer por toda a eternidade, e vai ocorrer você queira ou não. Isso é maior do que você. Essa mulher é o seu Sempre. Ela é o resto da sua vida. Uma rotina matinal de acordar ao lado dela soa como o paraíso.

Assim que o Tobias e aquele barbudo que veio com o Tobias e que você acha que se chama Jorge (e que, caso você tenha ouvido direito, trabalha vendendo equipamento agrícola) terminarem de comê-la, convide aquela mulher para uma viagem através da eternidade em seus braços.

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Copiado descaradamente do Testosterona.

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