
Esperem eu crescer, cambada
Hoje é o dia! Dia das crianças! Que lindo! Hoje é dia de homenagear aquelas coisinhas fofinhas, lindinhas, bonitinhas, que se tornarão os filhos-da-puta de amanhã!

Esperem eu crescer, cambada
Ô judiação… quem foi o vândalo que fez isso?
Que coisinha fofa.
Tem tanto nome para batizar uma criança, mas sempre tem um ser que quer se destacar, ou melhor, fazer o filho se destacar nesse quesito. Sempre me perguntei: ”de onde vem tamanha inspiração? Diante de tanta bizarrice e criatividade para construir nomes (convenhamos que o povo brasileiro é perito nisso), foram selecionados 10 critérios que os pobres levam em consideração no momento de batizar seus catarrentinhos. Acompanhem.
ATENÇÃO: Desde já, lamento por aqueles que por ventura possam se sentir ofendidos, mas a culpa é dos seus pais.

Nesse vídeo, puseram o título “Marcos Frota agride criança na Vila Cruzeiro-RJ“. Cacete, eu queria saber onde é que tá a criança que ele agrediu. Olha só o tamanho do marmanjo que tava tentando tirar uma farofa e acabou levando uma cotovelada na altura do fígado. Com esse tamanho todo é uma criança? Porra, imagina quando crescer. Ah, e se acertou o coitadinho do lado, tenho certeza que foi um acidente. Quem tava a fim de sacanear era o outro que estava atrás.
O moleque tava treinando “arremesso de fralda cheia“…

Será que alcanço o índice olímpico?
2016 tá chegando. Vamo treiná, gente!

O velho tá a fim de me sacanear
Um cidadão (não digo mais a nacionalidade para não criar polêmica, cizânia ou inimizades), um belo dia adentra (termo bonito) o Cartório de Registro Civil:
- Bons dias! Gostaria de registraire o meu filho, que acabou de nasceire!
E o escrivão, todo solícito:
- Pois não, vamos já cuidar disso. Qual vai ser o nome da criança?
- Arquibancada do Vasco!
- Impossível, meu senhor, com esse nome eu não posso registrar!
- Ora, mas por quê? O filho é meu, ó pá, nem o nome eu posso escolher?
- Não é isso meu senhor. É que Arquibancada não é nome de pessoa. É nome de assento em estádio de futebol. Não pode. Se fosse Manoel, Joaquim ou outro nome parecido seria fácil, mas esse é impossível. Não tem como registrar.
- Mas, ó pá, meu vizinho colocou um nome parecido no filho e ninguém falou nada!
- E qual foi o nome que ele colocou?
- Geraldo Santos.
Mas ainda dá prá aproveitar o Natal, ou o aniversário de qualquer moleque, que apareça até lá!

Os dois membros da família seriam sogro e sogra? Credo!
Como bem observou a nobre colega Patty Carsi no Dia dos Pais, não é bem a linha do blog, mas quem é que não vai rir e se encantar com essa coisa fofa?
Pra que fechar a porta? Não fecha a porta, pode ser? Tá? Tranquilo?
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Coisa mais linda do mundo.
O português entra no cartório, a fim de registrar o filho:
– Ora, pois, eu gostaria de registraire meu filho, um gajo que acabou de nasceire.
- Ah, sim, qual é o nome da criança?
- Arquibancada do Vasco.
- Não, não, o senhor me desculpe, mas com esse nome eu não posso registrar seu filho. Isso não é um nome, é o espaço de um estádio de futebol. Não é possível registrar.
- Mas, ó pá, o meu vizinho registrou o filho com um nome parecido com esse e ninguém falou nada!
- Qual foi o nome que o seu vizinho escolheu?
- Geraldo Santos!