Arquivo por mês: julho 2010

Susto

Alguém pode explicar de qual região do inferno surgiu essa criatura?

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Mosca kamikaze

Que triste fim da pobre mosca!




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Que Deus a tenha. :(

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A vida sem palavrões é impossível

Texto de Millôr Fernandes. 

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de “foda -se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se”? 

O “foda-se” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. Não quer sair comigo? Então “foda-se!” Vai decidir essa merda sozinho (a) mesmo? Então “foda-se!” 

O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.   

É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.  

“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática.   

A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?   

No gênero do “Pra caralho” , mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fodendo”. O “Não, não e não ! tampouco é nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “não, absolutamente, não!” o substituem. O “Nem fodendo!” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.   

Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro para ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo: Marquinhos, presta atenção, filho querido, “NEM FODENDO!” O impertinente se manca na hora e vai para o shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.   

Por sua vez, o “porra nenhuma” atendeu plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes , que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.   

Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um “é PHD porra nenhuma!” ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!” O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e mais recentemente o “prepone” – presidente de porra nenhuma. 

 Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um “Puta que pariu!” ou seu correlato “Pu-ta-que-o-pa-riu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez no eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça. 

E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cu!”? E sua maravilhosa e reforçada derivação: “vai tomar no olho do seu cú!”. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cu!” . Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor íntimo nos lábios. 

Seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar. “Fodeu!”, e sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!” Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documento do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você, mandando você parar. O que você fala? “Fodeu de vez!”   

Liberdade, Igualdade, Fraternidade e FODA-SE!

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E no velório…

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Concerto

O sujeito entra num bar, senta no balcão, pede uma bebida e fica ali olhando o movimento, até que PIMBA!, aparece uma mulher interessante. Papo vem, papo vai, os dois acabam num motel. Depois do “serviço” feito, ela reclama:

- Puxa, eu não imaginava que você tinha um órgão tão pequeno!

E ele responde:

- Eu também não imaginava que teria que tocá-lo numa catedral!

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Significados

Quem nunca recorreu ao Google para pesquisar qualquer coisa que seja? Se, por exemplo, você quiser saber o significado e tradução da expressão em inglês de “rockrestart“, vai saber o que é assim, ó:

Google, o oráculo, responde.

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O que você sugeriria ao Google como “uma tradução melhor“? :D

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Tattoo tostada

Se você tem pavor da dor da agulha de tatuagem, medo de se arrepender depois de velho(a), o pai não deixa ou acha brega bagarai tattoo de henna, eis a solução!
Parte de baixo da peça traz uma região sem tecido, que modela o bronzeado

Cada biquíni da marca italiana KiSkin custa cerca de R$ 114

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Em quanto tempo a idéia será “adaptada” para os baciões de calcinhas dos camelôs? Se bem que os biquínis brasileiros são tão pequenos que não cabem mais “furos”

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Isso sim é comemoração de gol

Soquinho no ar é para os fracos! Comemoração de verdade tem que ser como essa.





Fica a dica pros “Meninos da Vila” inovarem no jogo de hoje…

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2012 feelings #9 – Carro x crack, Manolo?

“Homem troca Celta da mãe por R$ 50,00 de crack no RS”

“Ao investigar um roubo de carro, a Polícia Civil descobriu que, na verdade, a ocorrência era mais um retrato do flagelo do crack em Porto Alegre (RS). Um homem de 32 anos pegou o veículo modelo Celta da mãe no domingo à noite e, por volta das 6h de ontem, voltou dizendo que o veículo havia sido roubado. Quatro horas após, o carro foi achado com um casal de traficantes. Conforme a polícia, o usuário vendeu o carro da mãe por R$ 50 para a compra de crack. O veículo só foi achado porque ficou sem gasolina 1,5 km depois”.

É um absurdo trocar um Celta por 50,00 de crack! Tinha que ser no Rio Grande do Sul mesmo! Se fosse aqui em São Paulo dava pra trocar por 65,00 de crack, com cachimbo de brinde.

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Hoje é dia?

Adsense é para os fracos. Publicidade de verdade é essa!



Merchan grátis, hein! Será que poderei comer uma “feijuca” de graça? He he he!
Dica do Fabio Dourado, que me garantiu que come dessa feijoada toda semana.

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